Conferência Ambientar-se "Alterações climáticas – Uma carta aos nossos filhos"

A conferência Ambientar-se 2024 tem como tema um dos assuntos mais prementes deste século, as alterações climáticas. Esta é a segunda edição em formato conferência deste projeto, mas é já a 76ª sessão Ambientar-se, sessões que incluem a exibição de filmes ambientais e debate com especialistas e o público.

O objetivo principal desta conferência é sensibilizar para a necessidade de mudança de paradigma no modo de vida e nas políticas económicas que tanto impactam o ambiente, o clima e a vida das gerações presentes e futuras.

Na primeira parte será discutido o subtema da Energia, com o documentário da RTP "Planeta A - Alterações Climáticas e Energia" (2022, 50 min), seguido de intervenção e debate com representantes das cooperativas elétrica local CEVE e de energia renovável Coopérnico.

Na segunda parte, com o subtema da Água, o documentário "A Crise Mundial da Água" (“Explained: World's Water Crisis”), 2018, (19 min), da Vox/Netflix, dará o mote para o painel com a investigadora Sofia Domingues e Filipe Araújo da Silva do Conselho de Administração da Águas do Norte.

Para finalizar haverá uma conversa com Pedro Macedo, doutorado em Alterações Climáticas e Diretor do Centro do Clima da Póvoa de Varzim, e que se focará no papel essencial dos jovens no processo de transição.

A organização desta conferência é realizada em conjunto pelos parceiros Ambientar-se - o Município de Famalicão, através da Equipa do Parque da Devesa, e associações locais ligadas ao ambiente: AREA - Associação Amigos do Rio Este, Associação Famalicão em Transição, H2Ave - Associação Movimento Cívico para a Dinamização e Valorização do Vale do Ave, Vento Norte - Associação de Defesa do Ambiente e Ocupação dos Tempos Livres e YUPI - Associação para o Desenvolvimento Social e Comunitário, contando ainda com a colaboração da AVE - Associação Vimaranense de Ecologia, que dinamiza, desde 2013, as Ecorâmicas - Mostra de Cinema Documental sobre Ambiente e Sociedade (em Guimarães).

Inscrições gerais através do link: https://tinyurl.com/Ambientar-se

Inscrições para professoras/es e educadoras/es através da plataforma CFAEVNF para certificado ACD (ação de curta duração): https://www.cfaevnf.pt/course/3494

Mais informações: 252 374 184 ou parquedadevesa@famalicao.pt


PROGRAMA

ABERTURA
14h00 - Receção dos participantes
14h15 - Boas vindas, Equipa Multidisciplinar de Gestão do Parque da Devesa
14h20 - Vídeo "Proteger nosso planeta, combater as mudanças climáticas" (2015)
14h25 - Abertura, Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Mário Passos

1ª parte - ENERGIA
14h35 - Introdução ao tema, AVE – Associação Vimaranense de Ecologia
14h45 - Exibição do documentário “Planeta A - Alterações Climáticas e Energia" (2022)
15h35 - Debate com Ricardo Ferreira, Diretor da CEVE, e Carla Castelo, da Coopérnico, moderação da Associação Famalicão em Transição

INTERVALO
16h05 - Coffee break

2ª parte - ÁGUA
16h35 - Introdução ao tema, H2AVE - Associação Movimento Cívico para a Dinamização e Valorização do Vale do Ave
16h45 - Exibição do documentário "A Crise Mundial da Água" (2018)
17h05 - Debate com Sofia Domingues, investigadora, e Filipe Araújo Silva, do Conselho de Administração da Águas do Norte, moderação da YUPI - Associação para o Desenvolvimento Social e Comunitário

3ª parte - CONCLUSÃO
17h35 - Vídeo "Uma carta aos meus filhos” (2024)
17h40 - Momento de transição, com Associação Vento Norte
17h50 - “Os Jovens não são o futuro” - Conversa de encerramento com Pedro Macedo, do Centro do Clima da Póvoa de Varzim, moderação da AREA – Associação Amigos do Rio Este
18h20 - Encerramento, Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão

Propostas da Associação Famalicão em Transição (AFeTra) para o Plano Municipal de Ação Climática (PMAC) de Famalicão

No âmbito do período de discussão pública do PMAC, que termina hoje (13 de novembro), a AFeTra partilha agora com toda a comunidade famalicense e exterior as suas propostas.
Toda a informação sobre o PMAC e forma de participação pode ser encontrada aqui: https://www.famalicao.pt/acao-climatica
O documento completo das propostas da AFeTra pode ser consultado aqui: https://drive.google.com/file/d/1qCCkaeIfMgIG_GvX4eCVx8WiEvxCT3kO/view?usp=sharing

Segue-se um breve resumo das nossas propostas.

Consideramos que o PMAC precisa de ser aprofundado e de disponibilizar mais dados sobre:

  • Quantificação de emissões;
  • Quantificação da efetividade de cada medida;
  • Metas e táticas para atingir os objetivos, com datas e mecanismos de monitorização mais detalhados.

O PMAC apresenta várias propostas convergentes com as nossas, como por exemplo:

  • M13 - Mobilidade suave integrada;
  • M16 - Rede ciclável eficiente;
  • M26 - Proteção da floresta;
  • M37 - Reflorestação e gestão sustentável da floresta.

Consideramos que podemos ir mais longe nos seguintes aspetos (apresentado de forma sintética; para mais detalhe destas nossas propostas, por favor consultar o documento completo indicado acima):

  • Ordenamento do território;
  • Redução dos consumos;
  • Mobilidade e transportes;
  • Inversão da pirâmide de prioridades no tratamento de resíduos;
  • Mudança de paradigma de desenvolvimento do território;
  • Ligação entre a proteção civil e a ação climática;
  • Modelo de governança para implementação e acompanhamento do PMAC.

Dia da Ação Climática em Famalicão

É já neste sábado (9 de novembro) que temos o nosso Dia de Ação Climática, em Famalicão.

Iremos começar com uma ação de recolha de bolotas no Monte de Santa Catarina, que serão depois destinadas a sementeira, procurando assim contribuir com um primeiro passo na regeneração e preservação deste e de outros espaços com importância ecológica. O encontro está marcado para as 15h, junto à Capela de Santa Catarina. Traz calçado e roupa confortável e adequada para esta atividade!

À noite, pelas 21h, junta-te a nós no Auditório da União de Freguesias de Famalicão e Calendário (na Avenida de França), para a apresentação das nossas propostas para o Plano Municipal de Ação Climática (PMAC), que se encontra em discussão pública até dia 13 de novembro. Vem partilhar e debater connosco as tuas ideias!
Podes encontrar o PMAC aqui: https://www.famalicao.pt/acao-climatica

Celebração do 8º aniversário da Associação Famalicão em Transição (AFeTra)

Com grande entusiasmo, a Associação Famalicão em Transição (AFeTra) comemora o seu 8º aniversário, com uma celebração que terá lugar no dia 6 de outubro de 2024.

Este marco na história da nossa associação representa não apenas o nosso compromisso contínuo com a sustentabilidade e a resiliência comunitária, mas também a força e dedicação de tod@s aquel@s que têm contribuído para a nossa missão ao longo destes anos.

Preparamos um programa especial para este dia, que inclui:

10h - Troca de Sementes: Começamos a manhã com um momento de partilha e troca de sementes. Convidamos tod@s a trazerem sementes para trocar, devidamente identificadas com o nome da planta e, se possível, com informações sobre as suas características e cuidados. Teremos mesas disponíveis onde poderão colocar as sementes para facilitar a troca entre tod@s @s participantes. Este será um momento para promover a biodiversidade e incentivar a agricultura sustentável dentro da nossa comunidade.

12h - Almoço Partilhado: Tragam um prato e talheres e juntem-se a nós para um almoço comunitário, onde poderemos fortalecer laços e partilhar ideias. Haverá uma pequena demonstração de cozinha com fornos solares e fogão foguete. Cada um/a é responsável pelo seu almoço, encorajando-se a partilha entre tod@s @s presentes.

15h30 - Tarde com exibição de Vídeo seguido de Debate: A tarde será dedicada à reflexão sobre o futuro. Após a exibição de um vídeo inspirador, teremos um debate em torno da questão "Que tipo de Transição é necessária de 2024 para a frente?". Este será um momento crucial para pensarmos junt@s sobre os desafios e as oportunidades que nos aguardam, e como podemos, enquanto comunidade, moldar um caminho sustentável e resiliente para o futuro.

Temos também o prazer de anunciar que teremos a participação de algumas/ns convidad@s especiais, que partilharão connosco as suas experiências e perspetivas sobre a transição para um futuro mais sustentável. Os nomes d@s convidad@s serão divulgados em breve.

A troca de sementes na parte da manhã e o almoço partilhado acontecerão no Parque da Devesa (junto ao estacionamento do CITEVE), enquanto que o debate da parte da tarde terá lugar na Praça - Mercado Municipal. Os locais das atividades poderão ainda sofrer alterações, pelo que agradecemos que se mantenham atent@s às eventuais atualizações, nas nossas redes sociais.

Este evento é uma oportunidade não só para comemorarmos junt@s, mas também para reforçarmos a nossa rede de apoio e colaboração, essencial para continuarmos a promover a transição para uma sociedade mais sustentável e resiliente.

Contamos com a vossa presença para tornar este dia ainda mais especial!

Para qualquer esclarecimento adicional, contactem-nos para o email famalicaom@gmail.com ou através do número 916081302 - Gil Pereira.

Conversa TeT (Território em Transição) “A história do planeamento territorial em Vila Nova de Famalicão”

A comunidade famalicense é como uma grande árvore, cujas raízes profundas alimentam a sua força e identidade.
É neste contexto que surge a palestra “A História do Planeamento Territorial em Vila Nova de Famalicão”, que será apresentada por Daniel Faria, sociólogo e investigador, que acolheu o desafio da Associação Famalicão em Transição.
A apresentação da palestra será no dia 29 de setembro (domingo), pelas 15 horas, no Auditório da União das Freguesias de Vila Nova de Famalicão e Calendário, na Avenida de França, n.º 1095/1097, na cidade de Vila Nova de Famalicão.
A palestra visa ser um contributo para a compreensão do planeamento territorial como um processo dinâmico e multidisciplinar, refletindo o território enquanto produto social em constante evolução.
Num mundo cada vez mais globalizado e interdependente, com transformações profundas, a relevância de uma consciência histórica torna-se evidente.
Esta consciência é fundamental para preservar a nossa memória coletiva, promover a reflexão e construir uma visão da vida humana enraizada na experiência duradoura do tempo e do espaço.

Propostas da AFeTra para a 2ª revisão do PDM | Participa também!


🔍
O que é o PDM?

O Plano Diretor Municipal (PDM) é um instrumento legal fundamental na gestão do território municipal. Ele define o quadro estratégico de desenvolvimento do município e serve como referência para a elaboração de outros planos municipais. Saiba mais aqui!


🗣️ Como participar na discussão pública?

Os interessados poderão apresentar sugestões, reclamações e observações, preferencialmente online, na Plataforma B-Smart Famalicão. Também é possível participar presencialmente, com marcação, no balcão do munícipe:
Posto de Atendimento da DOGU
Edifício da Câmara Municipal
Paços do Concelho

Mais informações aqui!


💡 Guia para participar com a AFeTra (Associação Famalicão em Transição):

1. Acede à Plataforma: B Smart Famalicão
2. Efetua o teu registo na plataforma.
3. Assiste ao vídeo com instruções, que aparece no ecrã. (Alternativamente, podes vê-lo aqui).
4. Escolhe as propostas da AFeTra (sente-te à vontade para escolher todas)! No nome de cada proposta, encontrarás um guia com os campos a preencher e a fundamentação.
5. Desenha o polígono segundo a imagem descarregada e preenche os campos como indicado no PDF.
6. Submete a tua participação!


📋 Lista de propostas da AFeTra inclui:


Estrutura Ecológica Municipal (EEM)
(Clica aqui para acederes aos PDF com a fundamentação e instruções como preencher e submeter a proposta)

    • EEM de nível fundamental - Áreas Florestais Municipais Protegidas
1. Monte do Facho (Calendário) e Monte de São João (Brufe): Proteger estas áreas florestais importantes. 
2. Zona envolvente do Castro de São Miguel-O-Anjo (Calendário): Garantir a preservação desta zona histórica e ecológica.
3. Nascente do Rio Pelhe e Penedo das Letras (Portela): Proteger as nascentes e as áreas circundantes.
4. Mata da Quinta de Pindela (Cruz): Preservar este espaço florestal.
5. Conjunto Arqueológico das Eiras e área florestal envolvente: Proteger a área arqueológica e a vegetação em volta (abrange várias localidades como Joane, Vermoim, etc.).
6. Monte de Santa Cristina (Requião): Proteger esta área e eliminar a UOPG 4.9 proposta.
7. Área identificada em Fradelos para as Pateiras do Ave: Proteger esta zona ecológica.
8. Mancha de sobreiros por trás do empreendimento Seven Arts (Gavião): Proteger a vegetação existente.
9. Mata da Devesa (Antas): Preservar esta área florestal.
10. Zona florestal envolvente ao Santuário de Nossa Senhora do Carmo (Lemenhe) e Monte das Ermidas (Jesufrei): Proteger as florestas circundantes.

    • EEM de nível complementar

11. Mata da Boa Reguladora: Esta área deve ser mantida como espaço verde, uma vez que na proposta da 2ª revisão do PDM aparece reclassificada como solo urbano.

    • EEM de nível de conexão - Corredores Verdes Urbanos

12. Corredor Verde Norte-Sul: Conectar várias áreas verdes do centro urbano da cidade de Famalicão e suas periferias.
13. Corredor Verde Nascente-Poente: Interligar a Mata da Devesa e outras áreas urbanas.
14. Corredor Verde da Linha do Minho: Criar uma ligação ecológica ao longo da linha ferroviária do Minho.
15. Corredor Verde da Ecopista Vila Nova de Famalicão – Póvoa de Varzim: Facilitar a mobilidade e a biodiversidade ao longo da ecopista.
16. Corredor Verde Ocidental: Conectar áreas verdes como o Parque 1º de Maio e a Mata da Boa Reguladora.


Proteção dos Solos
(Clica aqui para acederes aos PDF com a fundamentação e instruções como preencher e submeter a proposta)

1. Proteção dos solos agrícolas: Impedir a urbanização de espaços agrícolas e áreas da Reserva Agrícola Nacional (RAN).
2. Proteção de áreas florestais: Manter invioláveis as áreas da Reserva Ecológica Nacional (REN) e outras áreas florestais.
3. Nova categoria de solo rústico: Criar uma nova classificação para espaços florestais comestíveis, promovendo a soberania alimentar.
4. Regulação da exploração florestal:
      • Proibir o abate simultâneo de árvores a 100%; permitir apenas cortes faseados e dispersos.
      • Promover a biodiversidade nas áreas florestais, evitando monoculturas.
5. Limite de impermeabilização: Estabelecer um limite máximo de impermeabilização dos solos urbanos de 60%.


Planeamento e Gestão Urbana
(Clica aqui para acederes aos PDF com 
a fundamentação e instruções como preencher e submeter a proposta)

1. Densificação das áreas urbanas: Maximizar a ocupação do solo já urbanizado e garantir a existência de espaços verdes.
2. Criação de Planos de Urbanização: Elaborar planos específicos para as principais centralidades urbanas (Famalicão, Joane, Riba de Ave, Ribeirão e Nine).
3. Limitação de novas intervenções urbanísticas: Restringir a criação de novas unidades de planeamento e gestão.
4. Promoção da reabilitação: Incentivar a reabilitação de edifícios existentes em vez de novas construções.


Mobilidade Sustentável
(Clica aqui para acederes aos PDF com 
a fundamentação e instruções como preencher e submeter a proposta)

1. Corredores verdes para pedestres e ciclistas: Criar rotas que facilitem a mobilidade não motorizada, especialmente em zonas escolares.
2. Pedonalização dos centros urbanos: Fomentar a redução do tráfego rodoviário nas áreas urbanas.
3. Transporte coletivo tendencialmente gratuito e elétrico: Promover um sistema de transporte público otimizado, especialmente para zonas periféricas.


Regeneração Natural e Proteção dos Recursos Hídricos
(Clica aqui para acederes aos PDF com a fundamentação e instruções como preencher e submeter a proposta)

1. Proteção de cabeços e linhas de água: Garantir a regeneração natural destes espaços, limitando as atividades permitidas.
2. Regeneração de habitats degradados: Focar na recuperação de áreas críticas para a biodiversidade e espécies ameaçadas.


Novos Acessos à A7 e Eco Parque Tecnológico
(Clica aqui para acederes aos PDF com a fundamentação e instruções como preencher e submeter a proposta)

1. Exclusão de novos acessos: Não permitir a criação de novos nós de acesso à A7 e novas zonas industriais em:
      • Fradelos
      • Landim/Seide
2. Impedir urbanização em Cabeçudos: Proibir a construção de um Eco Parque Tecnológico nesta área.


Se quiseres podes ver o vídeo da sessão de apresentação destas nossas propostas e o debate que se seguiu, realizada no dia 13 de setembro, e que está disponível no nosso canal de YouTube, aqui.

🗓️ Lembra-te! O prazo para enviar as tuas propostas é até 23 de setembro, segunda-feira. Qualquer pessoa pode participar, e quanto mais gente se envolver, mais força daremos às nossas propostas!


Vamos juntos transformar o nosso território! 🌱


Caminhada pelo Monte de Santa Catarina | Sábado - 21 setembro - 15h


No sábado (21.09.2024), vamos realizar uma nova Caminhada pelo Monte de Santa Catarina, procurando continuar a promover a descoberta, reconhecimento e valorização das suas mais-valias ecológicas, ambientais e culturais.
O ponto de encontro será às 15h junto à Capela de Santa Catarina (localização no Google Maps: https://maps.app.goo.gl/82bnmJD77B4KgmBS9).
Para esta caminhada deves levar:
- roupa e calçado confortável;
- chapéu/boné;
- água e (se quiseres) qualquer coisa leve para comer no caminho.
A distância a percorrer é de cerca de 7km. O grau de dificuldade é médio, dado que alguns trilhos estão em mau estado e teremos subidas (não muitas) com alguma inclinação.
Para mais informações contactar: 96 735 18 33 - José Carvalho.

Participa na Apresentação das Propostas da AFeTra para a 2ª Revisão do PDM de Famalicão!

No próximo dia 13 de setembro, às 21h00, no Auditório da União de Freguesias de Vila Nova de Famalicão e Calendário, a AFeTra (Associação Famalicão em Transição) convida todas/os as/os cidadãs/ãos a participarem na apresentação das suas propostas para a 2ª Revisão do Plano Diretor Municipal (PDM) de Famalicão.

Neste encontro, discutiremos as nossas sugestões para a criação de um concelho de Vila Nova de Famalicão mais sustentável, verde e inclusivo, com foco na proteção das áreas ecológicas, mobilidade sustentável, promoção de corredores verdes e proteção de solos agrícolas.

É uma oportunidade única para conhecer o que está em debate sobre o futuro urbanístico do concelho e contribuir para um desenvolvimento mais equilibrado e ecologicamente responsável.

A sua voz é essencial! Contamos com a sua presença para juntas/os construirmos um Território mais sustentável e voltado para o bem-estar de todas/os.

Data: 13 de setembro de 2024
Hora: 21h00
Local: Auditório da União de Freguesias de Vila Nova de Famalicão e Calendário (situado na Avenida de França; localização no Google Maps: https://maps.app.goo.gl/9t2XJVUytjYiAkMX8)
Para mais informações: famalicaom@gmail.com

Participe e faça parte desta Transição!

#PDMFamalicão #Sustentabilidade #UrbanismoVerde #FamalicãoEmTransição #Afetra #CorredoresVerdes #PlaneamentoUrbano

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Aproveitamos também para partilhar a nossa agenda de próximas atividades.

Comunicado de imprensa | Propostas para o Parque Florestal Protegido do Monte de Santa Catarina - resumo da reunião com o Município de Famalicão no dia 7 de agosto no Monte Santa Catarina


A Associação Famalicão em Transição convidou o Sr. Presidente da Câmara Municipal de V. N. de Famalicão, Mário Passos, o Sr. Vereador do Ambiente, Hélder Pereira, e o Sr. Presidente da Assembleia Municipal, João Nascimento, para uma reunião sobre o Parque Florestal Protegido para o Monte de Santa Catarina. Antes de mais, a Associação gostaria de agradecer a presença de todos os convidados e restantes pessoas presentes no dia 7 de agosto.

Conforme apresentou Gil Pereira, Presidente da Direção da Associação Famalicão em Transição, a intervenção na área do Penedo da Lua deve ser minimalista, promovendo a regeneração natural. Esta estratégia tem um baixo custo e uma maior taxa de sucesso na sobrevivência das espécies, resultando numa regeneração efetiva. É com agrado que se regista uma grande abertura por parte do Município para esta proposta.

A Associação defende que nesta fase deverão ser desenvolvidas ações de sensibilização e educação ambiental (por exemplo, através de sinalética “Floresta em regeneração”) e que o espaço deverá ser protegido de ações abrasivas do solo, limitando o acesso motorizado ao Penedo da Lua, de forma a permitir a recuperação natural da área e evitar a destruição do solo.

Portugal regista a percentagem mais baixa de floresta pública na Europa a 28 e a única abaixo das duas casas decimais - 3%. No concelho de Famalicão, essa percentagem está próxima do zero, apesar do trabalho embrionário promovido pelo Município. Portugal, e Famalicão por inerência, compara mal com todos os países, sem excluir os mais próximos. Por exemplo, a floresta pública representa em Espanha 29,2%, em França 24,7% e em Itália 33,6%.

Neste sentido, se pretendemos uma floresta que contribua para a biodiversidade e para combater as alterações climáticas, teremos de fazer uma alteração de fundo na sua gestão. Aquilo que propusemos ao Município foi igualar a percentagem de floresta pública mais baixa deste conjunto de países, ou seja, ter uma meta de 12% de floresta pública no concelho de Famalicão. Assim, ficaremos ao nível da Noruega, que ocupa o 2º lugar a contar do fim, com 12,3% de floresta pública.

Mais que um propósito ambiental, esta é uma condição indispensável para reduzir e limitar o aumento das temperaturas a 1,5ºC (relativamente ao período pré-industrial) e dar alguma garantia de qualidade de vida e bem estar material, já não para as próximas gerações, mas para a próxima década. A floresta é (e o solo que a suporta são) um sumidouro de carbono e é urgente começar “ontem” este trabalho. Os registos globais das temperaturas entre julho de 2023 e junho de 2024 marcaram +1,62ºC relativamente ao período pré-industrial, o que confirma a urgência de ações concretas.

Depois de discutido o futuro da área do Penedo da Lua, expandimos a conversa para o conjunto do Monte da Santa Catarina (e Monte S. João), onde identificámos mais de 20 ha de sobreirais e carvalhais que têm de ser preservados e que deverão ser o ponto de partida para o futuro Parque Florestal Protegido. Com isso vamos ao encontro dos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) da ONU, onde a floresta desempenha uma função estratégica para o cumprimento das metas de neutralidade carbónica, garantimos a preservação da biodiversidade e promovemos o restauro de ambientes naturais do concelho.

O concelho de Famalicão pode ser o pioneiro na implementação de políticas de proteção da floresta e servir de exemplo para outros territórios. Todos os recursos aplicados na criação de uma floresta autóctone, biodiversa e resistente aos fogos e às alterações climáticas são uma valiosa herança para as próximas gerações.


Eleição dos Órgãos Sociais da Associação Famalicão em Transição para o mandato 2024/2027

No passado dia 8 de junho reuniu, em sessão extraordinária, a Assembleia Geral da Associação Famalicão em Transição para eleição dos Órgãos Sociais para o mandato correspondente ao triénio 2024/2027.
Após a eleição por unanimidade, nesse mesmo dia iniciaram funções as/os novas/os dirigentes, conforme a lista abaixo:

Mesa da Assembleia Geral
Presidente – Sandra Pimenta
1º Secretário – José Rodrigues
2º Secretário – Nuno Pestana
Suplente – Alexandre Pereira

Direção
Presidente – Gil Pereira
Secretária – Ana Azevedo
Tesoureiro – José Carvalho
Suplente – Armindo Magalhães

Conselho Fiscal
Presidente – Joaquim Sampaio
Secretário – José Lamego
Relatora – Débora Moura
Suplente – Mariana Marques


Apesar de se tratar de uma renovação parcial e não total dos Órgãos Sociais da Associação Famalicão em Transição, a nova Direção gostaria de saudar o empenho e dedicação dos Órgãos Sociais anteriores, que permitiram assegurar a continuidade da dinâmica associativa. A nova Direção ambiciona que, ao longo dos próximos 3 anos, esta equipa diretiva se transforme numa equipa de suporte aos projetos de transição e de conservação e restauro ambiental, que as/os nossas/os associadas/os e amigas/os queiram desenvolver.

Comunicado de Imprensa | "Contradições e Avanços na Proteção do Monte de Santa Catarina"



Famalicão, 1 de julho de 2024


Na passada sexta-feira, dia 28 de junho, foi finalmente discutida na Assembleia Municipal de Vila Nova de Famalicão a petição entregue em 28 de abril de 2023. A Associação Famalicão em Transição vem, por este meio, agradecer a todas/os as/os peticionárias/os, pois sem elas/es, este assunto não teria o mesmo peso e relevância.

Todos os partidos saudaram a participação das/os 1141 peticionárias/os e reconheceram a sua pertinência. Este apoio transversal, independentemente das divergências políticas, sublinha a importância do Monte de Santa Catarina como um património comum a proteger. Saudamos a proposta de recomendação da Assembleia Municipal ao Executivo (Câmara Municipal de Famalicão), apresentada pela Coligação Democrática Unitária (CDU) e à qual se juntou o Partido Socialista (PS), para a criação de um parque florestal protegido para o Monte de Santa Catarina e áreas adjacentes (tal como foi peticionado), contudo, lamentamos que esta recomendação tenha sido rejeitada pelo Partido Social Democrata (PSD) e Centro Democrático Social (CDS), e contado com a abstenção do partido Chega.

Nos documentos entregues à Assembleia Municipal por parte do Presidente da Câmara, em resposta ao relatório da petição, este informa “que está a ser ultimado um protocolo com o promotor da central fotovoltaica de Gemunde, que será assinado em breve, para a cedência de cerca de 13.000m2 para a reflorestação, junto ao Penedo da Lua, destinado à implementação de espaços verdes, parques ou jardins, para atividades de lazer ou para a prática de atividade desportiva ou, ainda, para fins de recreio, nomeadamente, passeios ou caminhadas.”.

Este protocolo, que, até ao momento, não foi dado a conhecer, poderá estar em sintonia com a petição pública “Pela Proteção do Monte de Santa Catarina”, contudo, e uma vez que o protocolo não mereceu mais destaque pelo Presidente da Câmara na Assembleia Municipal de sexta-feira, ficamos sem saber, de momento, concretamente os cuidados que a proteção do Monte de Santa Catarina vai merecer por parte do executivo camarário. Reconhecemos, ainda assim, o anunciado protocolo como uma evolução positiva e um sinal de que a voz da comunidade está a ser ouvida e considerada.

A Associação Famalicão em Transição continuará a desenvolver esforços com o objetivo de assegurar que o Monte de Santa Catarina, e não apenas a Capela, seja efetivamente regenerado, protegido e preservado, tal como está plasmado na petição entregue. Para este trabalho é imprescindível o apoio de todas/os as/os cidadãs e cidadãos e por isso encorajamos-vos a manterem-se informadas/os e a participarem ativamente nos processos de decisão que moldam o futuro do nosso território. A união e a participação cívica são fundamentais para a construção de um território mais ambientalmente sustentável e resiliente.

Reiteramos o nosso compromisso em trabalhar conjuntamente com as entidades locais, outras associações e a comunidade em geral para promover a proteção e a valorização do Monte de Santa Catarina, garantindo que este espaço continue a ser um local de lazer, cultura e biodiversidade para as futuras gerações.


A Assembleia Municipal de 28 de junho e a discussão da petição pode ser assistida no portal do Município a partir das 2h09min, aqui: https://www.youtube.com/live/cEDvue58v4I?si=sMAeCCwi9TOuD6g-&t=7740

A petição “Pela Proteção do Monte de Santa Catarina” pode ser revisitada no site da associação, aqui: https://famalicaomelhor.blogspot.com/2023/03/marcha-e-peticao-pela-protecao-do-monte.html

De seguida podem ver o conjunto de 3 mini-vídeos preparados pela Associação Famalicão em Transição sobre este tema da preservação do Monte Santa Catarina:





Inscrições abertas para as Jornadas pela Democracia Energética | 11 e 12 de maio 2024 - Lisboa

A Associação Famalicão em Transição apoia e faz parte da co-organização destas Jornadas pela Democracia Energética, sendo que irá marcar presença em Lisboa a 11 e 12 de maio.


Inscreve-te aqui: https://democracia-energetica.pt/registo

Nos dias 11 e 12 de maio, Lisboa será o palco das Jornadas pela Democracia Energética. Durante dois dias tornaremos o Liceu Camões num espaço livre e aberto, onde diferentes pessoas, coletivos, associações, cooperativas, movimentos e lutas sociais e ambientais se podem encontrar, conhecer e onde vamos debater sobre o futuro e a transição energética que queremos. Vamos delinear possíveis estratégias para deixar para trás o atual modelo energético centralizado, opaco, fóssil e capitalista, e imaginar um novo modelo 100% renovável, assente na ideia de energia como bem comum e direito universal; um modelo energético comunitário, público, socialmente justo e democrático. Vamos, acima de tudo, unir esforços para começar a construir esse modelo a partir dos cidadãos, das comunidades e dos municípios.

Vamos discutir os significados da Democracia Energética e como ela é essencial para responder à crise climática, social e ecológica. Mas também como operacionalizar uma gestão pública e comunitária do sistema energético e o papel dos municípios na transição. Vamos encorajar a criação de redes para a democracia energética, conhecer Comunidades de Energia Renovável, debater ações para erradicar a pobreza energética e desenhar modelos de mobilidade democrática. Vamos refletir sobre decrescimento e suficiência energética e visibilizar as lutas contra os grandes projetos extrativistas. Vamos ainda dar energia aos movimentos sociais, demonstrando que um modelo energético socialmente justo e democrático passa, necessariamente, pelo combate às desigualdades socioeconómicas, raciais, de género e no acesso à habitação. No meio de tudo isto, haverá ainda tempo para exposições, filmes, música e um mergulho no movimento SolarPunk.

Toda a informação em: https://democracia-energetica.pt/

Segue-nos nas redes: @jdenergetica

Lê e subscreve o manifesto aqui: https://democracia-energetica.pt/#Manifesto

Conversa TeT sobre CER - Comunidades de Energia Renovável

Conversa TeT (Território em Transição)
"CER - Comunidades de Energia Renovável"
4 de maio (sábado) - 15h - Casa do Território (Parque da Devesa - Famalicão)

Nos últimos anos temos vindo a ver crescer as “grandes paisagens de ferro” por todo o território nacional, com a multiplicação de grandes projetos de centrais de produção de energia (produção centralizada), principalmente fotovoltaica, mas também eólica, e com todos os efeitos negativos que provocam.
Como alternativa a este modelo de produção de energia, trazemos para debate a figura das Comunidades de Energia Renovável (CER), um modelo que possibilita uma forma de produção descentralizada (mais próxima dos locais de consumo), democrática e com menor impacte ambiental sobre o território.
No próximo sábado, 4 de maio, pelas 15h, na Casa do Território, em Famalicão, vamos estar à conversa com a Coopérnico - Cooperativa de Desenvolvimento Sustentável C.R.L, a CER de Telheiras, e as cooperativas de energia famalicenses, a CEVE - Cooperativa Elétrica do Vale d'Este, e a Cooperativa Elétrica de São Simão de Novais.
Venha conversar connosco e conhecer mais sobre CER, um modelo previsto na nossa legislação e já em funcionamento em Portugal.
Participe!

Sessão Ambientar-se | 22/03 - 10h/11h30 | Escola Secundária Padre Benjamim Salgado

A Associação Famalicão em Transição dinamiza mais uma sessão Ambientar-se, desta vez a ter lugar na Escola Secundária Padre Benjamim Salgado (Joane - Famalicão), no dia 22 de março de 2024, entre as 10h e as 11h30.

O filme escolhido é o "Sementes da Liberdade" e para a conversa teremos como convidada Maria Alexandra Machado, técnica agrícola e agricultora de Famalicão.

Esta é mais uma sessão Ambientar-se descentralizada, a ter lugar numa escola famalicense, tendo como público-alvo principal a comunidade escolar, mas sendo aberta ao público em geral.

A iniciativa Ambientar-se é organizada conjuntamente pela Equipa Multidisciplinar do Parque da Devesa, a Associação Famalicão em Transição, a YUPI, a Vento Norte, os Amigos do Rio Este e a H2AVE.

Conversa TeT "Que futuro para as nossas linhas de água? - O caso do Eco Parque de Cabeçudos"

No dia 24 de fevereiro, visitámos o terreno onde é pretendido construir um conjunto de 16 pavilhões de caraterísticas industriais ou proto-industriais, numa área de 218.379m2, designado por Eco Parque de Cabeçudos, que passaremos a designar daqui para a frente como nova zona industrial de Cabeçudos.
Encontrámos um terreno completamente despido de vegetação e com sinais de movimentação de terras e abertura de valas de drenagem. O espaço é atravessado por um ribeiro e, por isso, sujeito às regras do domínio hídrico (faixas de “proteção” de 10 metros em cada margem), é abrangido pelo perímetro de proteção de património edificado (Casa de Quintão) e, segundo a documentação da Câmara Municipal de Famalicão, está inserido na Estrutura Ecológica Municipal Fundamental de Nível 1. Soma-se a isto o atravessamento por um gasoduto e o facto de fazer fronteira com as autoestradas A3 e A7.
O terreno encontrava-se parcialmente alagado, evidenciando tratar-se de uma área de especial importância para a infiltração de água no solo, alimentando os lençóis freáticos, e funcionando como um “pulmão”, pelo efeito de alagamento das margens em períodos de pluviosidade abundante, o que reduz o risco de cheia a jusante.
Foram analisados os perfis dos terrenos e parece-nos inevitável que, a ser construída a nova zona industrial de Cabeçudos, isto implicará uma enorme movimentação de terra, incluindo grandes aterros. Dessa forma, diagnosticamos o problema da impermeabilização do solo, que terá os seus efeitos potenciados com o estrangulamento do vale (vale mais apertado).
Muitos dos presentes nesta Conversa TeT desconheciam o projeto, sendo induzidos pelo nome (Eco Parque) a acreditar tratar-se de um parque (jardim ou espaço de fruição da natureza), o que demonstra uma grave lacuna na informação e no envolvimento da população nas decisões sobre o futuro da sua terra.
Para finalizar, agradecemos a participação das/dos moradoras/es da Rua das Águas e arruamentos vizinhos, que ajudaram na visita e partilharam memórias e as vivências daquele lugar. Estamos reconhecidas/os aos partidos políticos que se fizeram representar, em pleno período eleitoral, num esforço que esperamos que seja recompensado por uma maior proximidade às questões ambientais do concelho de Famalicão. E o nosso muito obrigada/o às/aos nossas/os associadas/os também presentes.


Conversa TeT "Que futuro para as nossas linhas de água? - O caso do Eco Parque de Cabeçudos"

No próximo dia 24 de fevereiro (sábado), a Associação Famalicão em Transição retoma as Conversas TeT - Território em Transição, com o tema "Que futuro para as nossas linhas de água? - O caso do Eco Parque de Cabeçudos".
A conversa decorrerá no próprio local, sendo o ponto de encontro no alargamento da Rua das Águas - Cabeçudos - Vila Nova de Famalicão, no encontro com o terreno em causa, às 15h.
(localização aqui: https://maps.app.goo.gl/5JvEtMZpaR7WBn6H8)
Esta conversa pretende analisar e identificar os valores ambientais perdidos. Para além disso, discutiremos a importância dos ribeiros e outras linhas de água, e o valor de uma REN (Reserva Ecológica Nacional) robusta e bem estruturada para um concelho com uma elevada pressão humana. Isso, tendo em conta a grande aceleração verificada nos últimos anos da expansão urbana e proliferação de espaços industriais, comerciais (não tradicionais) e serviços por todo o concelho.
Para além disso, tentaremos listar os riscos, com os respetivos impactos económicos, do processo de urbanização daquele espaço, avaliando a ocupação das áreas circundantes, tendo em conta o equilíbrio entre os usos industriais, comerciais/serviços e a qualidade de vida de quem vive na zona. Será também ponderado o valor do património, da paisagem e do meio ambiente como fatores de atratividade de um território.
Famalicão tem uma rede hidrográfica muito extensa e bem distribuída pelo concelho. Para além do rio Ave, temos o rio Este, o Pele, ou o Pelhe, que nasce, tem a sua foz e nunca sai do concelho ao longo do seu percurso. Apesar deste potencial hidrográfico, tão fundamental para o uso humano como para o equilíbrio natural, as pequenas linhas de água são muitas vezes esquecidas, maltratadas e entubadas. Este é um património que deve ser conhecido e valorizado, porque no processo de adaptação do concelho às alterações climáticas, trata-se de um ativo e não de um entrave ao desenvolvimento.
Estas conversas têm como fim último dar um contributo da sociedade civil para a revisão do PDM – Plano Diretor Municipal.
Para qualquer esclarecimento adicional, contactar José Carvalho - 967351833.