Círculo de mulheres - Transição interior no feminino

A EDUPA - Educação Plena - e a Associação Famalicão em Transição trazem-te um convite para o mês de novembro, um mês de profunda descida ao submundo que nos habita. Nesse autocuidado intuitivo procuramos em nós o que já não nos serve, para darmos lugar às novas camadas do Ser. Novembro é mês de transição, cura e transformação. Este é um convite para que, enquanto mulher, reserves este tempo só teu, para que possas expandir o teu interior, a tua sensibilidade e intuição e conectares-te à tua essência.

Aceitas?
Vamos realizar 4 círculos nas datas seguintes: 6 (domingo), 12 (sábado), 20 (domingo) e 26 (sábado) de novembro. Recomendamos que a tua inscrição considere a participação nos 4 encontros. Todavia, permitiremos participações independentes.
O horário será das 10h00 às 12h30. Será em modo presencial e online, embora algumas práticas percam com a não presença física.
Os círculos vão acontecer na sede da Associação Famalicão em Transição, na R. da Agra, nº 800, 4770-060 Bente.

Para inscrições e mais informações, consultar o formulário online aqui:
Prazo de inscrições até dia 3 de novembro!

Mais informações através do email geral@edupa.pt.

1ª Conversa TeT e próximas datas

Mesmo já tendo passado mais de uma semana, partilhamos algumas fotos da nossa última atividade, a Conversa TeT (Território em Transição), dedicada ao tema da Floresta, que decorreu na nossa sede em Bente, no sábado dia 22 de outubro, ao final do dia, incluindo um jantar partilhado.
Esta atividade integrou também a edição deste ano do DACN (Dia de Ação Comum pela Natureza), que uniu várias atividades, de diversas organizações ambientais, um pouco por todo o país.

As próximas Conversas TeT já têm datas marcadas, por isso, reservem já nas vossas agendas: 19 de novembro e 17 de dezembro.
Decorrerão nos mesmos moldes que a primeira, uma conversa informal, com jantar partilhado, a decorrer com início às 19h, na nossa sede em Bente.
Não faltem!

Conversa TeT (Território em Transição) - Tema: Floresta


A próxima atividade da Associação Famalicão em Transição, a Conversa TeT (Território em Transição), irá acontecer já este sábado, 22 de outubro, pelas 19h, na nossa sede em Bente (Rua da Agra, nº 800, 4770-060 Bente; localização no Google Maps aqui).

Esta é a primeira de várias Conversas TeT, que acontecerão mensalmente ao 3º sábado de cada mês (as próximas acontecerão a 19 de novembro e a 17 de dezembro), e que procurarão ser um espaço de conversa informal aberto a toda a comunidade, de forma a dar continuidade ao debate em torno do Território de Famalicão, do que ele é e do que queremos que seja.
Estas conversas informais consistirão também em momentos de convívio, incluindo por isso um jantar partilhado, em que cada um/a traz algo para partilhar com todas/os.

A Conversa TeT deste mês é dedicada ao tema da Floresta e integra o Dia de Ação Comum pela Natureza, uma iniciativa no âmbito da Carta de Famalicão - Convergência Ecológica. Podem saber mais sobre esta iniciativa aqui: https://carta-de-famalicao.webnode.pt/dia-de-acao-comum/

Vamos cuidar do Rio Pelhe - 2 de julho - 10h


No dia 2 de julho, pelas 10h, vamos cuidar do Rio Pelhe. Vamos apanhar lixo e cuidar da vegetação.
O Rio Pelhe é um rio que nasce e desagua no concelho de Vila Nova de Famalicão e necessita da nossa atenção.
 
Local: Rio Pelhe, junto ao horto e oficinas municipais ( 41.387665, -8.522734 ).
Aconselha-se o uso de roupa prática. O uso de galochas poderá facilitar, caso queiram, a entrada no rio. Tragam luvas e sacos para o lixo que apanharem.

Inscreve-te aqui: https://forms.gle/fcLbeGDqoP4mUpmg9

Esperamos contar contigo!

Sessão Ambientar-se | Mini-filmes Bgreen | 6ª feira - 17 junho - 21h30 | Casa do Território (Parque da Devesa)


Esta 6ª feira, 17 de junho, pelas 21h30, na Casa do Território (no Parque da Devesa), a Associação Famalicão em Transição vai dinamizar mais uma sessão Ambientar-se, desta vez dedicada ao Bgreen - Ecological Film Festival.
Vamos ter a possibilidade de ver alguns dos mini-filmes participantes e finalistas, e de seguida estar à conversa com as/os suas/eus jovens autoras/es.
Não percam esta oportunidade e juntem-se à iniciativa!

Comunicado sobre o resultado do processo do novo edifício do CENTI no Parque da Devesa


Caras/os cidadãs/ãos,

Antes de mais, queremos agradecer o apoio que nos foi demonstrado, pois sem ele não poderíamos ter seguido com as ações sobre as quais nos vimos agora pronunciar.
Infelizmente, o recurso apresentado pela Associação Famalicão em Transição (AFeTra), foi recusado por aspetos administrativos, sem, em boa verdade, o seu conteúdo ter sido analisado.
Ainda assim, e contrariamente ao que foi dito, existem instâncias a investigar, nomeadamente o Ministério Público, que está ainda a recolher testemunhos. Esperamos que esta entidade prossiga com a sua investigação para apurar os factos, uma vez que o Ministério Público do Porto já frisou no Parecer nº4/22 do Proc. nº 1297/21.8BEBRG que “somos do parecer que o recurso merece provimento”, referindo-se à fundamentação apresentada pela AFeTra.
Notamos uma vez mais que nunca estivemos contra o CITEVE ou CENTI, nem contra o trabalho desenvolvido por estes organismos, que muitas vezes vai ao encontro dos objetivos da AFeTra – na procura de uma vida mais sustentável e resiliente e de um mundo melhor. Não podemos, no entanto, ficar caladas/os e quietas/os perante a violação dos instrumentos de gestão do território, como é o caso do Plano de Urbanização da Devesa, que visam regular e proteger o território, nomeadamente, áreas verdes como é o caso da área ocupada pelo novo edifício do CENTI. Convidamos todas/os as/os famalicenses a lerem o regulamento em causa.
Acreditamos que as pessoas que trabalham para a Câmara e que são eleitas, mais não são que nossas representantes /mandatárias, e que a nós, cidadãs/ãos, nos devem prestar contas. A democracia constrói-se todos os dias, com a participação de todas e todos. A alteração deste plano, com a exigida discussão pública, teria sido o caminho que sempre desejámos. No entanto, e perante o sucedido, este foi o caminho que nos restou.
As ações da AFeTra não se esgotam nesta, pelo que esperamos contar com todas e todos nas próximas ações!

Famalicão em Transição, o caminho para um lugar com futuro.

"Território em Transição" saiu à rua - Tertúlia andante | Espaço público, cidadania, educação


"Território em Transição" - saiu à rua num dia que assim se fez andante e com uma longa conversa.
Neste 4 de junho que ameaçava chuva, mas que nos brindou com uma tarde de soalheira Primavera, o grupo saiu do jardim dos Paços do Concelho de Vila Nova de Famalicão (Câmara Municipal) e percorreu ruas, praças e “vielas cobertas” até chegar à Praça - Mercado Municipal. Os temas abordados foram muitos e somaram-se pedaços de história que ajudaram a perceber a cidade que temos.
Não é fácil fazer uma síntese de quase 3 horas de conversas dinamizadas pelo Dr. Cândido Oliveira e o Arq. Nuno Travasso, pela sua riqueza e densidade. No entanto, registamos aqui alguns pedaços desta tertúlia, mais num registo de questões do que em ideias ou soluções fechadas.


Tudo começou em frente à acrópole dos Paços do Concelho (Câmara Municipal), símbolo do poder local, com a questão: como aumentar a participação e envolvimento de uma comunidade em que pouco mais de 4 cada 10 famalicenses exercem o seu dever/direito de voto? O poder local exerce um serviço à população e como tal deverá ser construído para maximizar a participação das/os munícipes. De que forma isso é possível? Como podemos promover a negociação entre os interesses conflituantes?
Por que razão estão as escolas gradeadas? Porque é que os espaços escolares, com os seus equipamentos desportivos, jardins e outros, não podem ser usados pela comunidade local aos fins de semana e nas férias escolares?

  
As crianças e jovens famalicenses enchem o Parque da Juventude, Parque 1º de Maio, Rua Luís de Camões e Praça 9 de Abril, dando vida a estes espaços. Como podemos adicionar valor e juntar outros públicos nestes lugares? Porque não cortamos o trânsito nos arruamentos junto às escolas, promovendo a segurança (sem automóveis não há acidentes rodoviários) e um estilo de vida ativo e saudável?
Será que a arte pública faz parte do desenho da cidade? A arte ter-se-á institucionalizado, por boas intenções, mas tirando o protagonismo à sociedade civil? Porque é que a Rua Direita e a Casa da Cultura, que nos anos 80/90 foram um espaço de grande dinamismo cultural, hoje perdeu essa função?
O Parque D.ª Maria II e áreas adjacentes voltam a encher-se de vida. Ficamos com poucas dúvidas sobre as desvantagens de um espaço livre de automóveis no centro da cidade. No entanto, não estaremos a centralizar os investimentos que qualificam o espaço público numa área muito circunscrita do concelho e mesmo da cidade? Não teremos um excesso de mineralização e consequente impermeabilização do solo do centro da cidade? A opção por esplanadas fechadas, não resulta numa apropriação indevida do espaço, cortando a sua fluidez?


Para terminar registamos os 5 pilares em que a democracia local deve assentar e que o Dr. Cândido Oliveira partilhou e resumiu de forma simples e lúcida: Informar, Debater, Deliberar, Executar e Avaliar. Estará a sociedade famalicense e as suas instituições preparadas e empenhadas em cumprir e fazer cumprir estes pressupostos do exercício da democracia local?
Esperamos ter dado o nosso contributo para este exigente desafio.
Muito obrigado a todas/os as/os presentes. Muito obrigado aos nossos dinamizadores desta(s) conversa(s) – Dr. Cândido Oliveira e Arq. Nuno Travasso.