3º mandato - novos órgãos sociais

No passado dia 21 de maio de 2021,  em sede de Assembleia Geral Extraordinária, foram eleitos novos corpos sociais da Associação Famalicão em Transição. naquele que é o terceiro mandato. 

Foi apresentada lista única, tendo sido eleitos por unanimidade os seguintes elementos dos órgãos sociais :

Mesa da AssembleiaDireçãoConselho Fiscal
nomecargonomecargonomecargo
Mariana MarquespresidenteDébora MourapresidenteJoaquim Sampaiopresidente
Ana Diniz1º secretárioArmindo MagalhãestesoureiroDaniel Fariasecretário
José Rodrigues2º secretárioGil PereirasecretárioLuz Carneirorelatora
Nídia NobreSuplenteGisela Santos1º suplenteJosé Jorge LamegoSuplente
Sandra Pimenta2º suplente

A tomada de posse foi efetuada na mesma assembleia.

Assembleia Geral de eleição de novos órgãos sociais

Conforme email enviado aos associados a 14 de abril de 2021, foi convocada  a Assembleia Geral da Associação Famalicão em Transição em sessão extraordinária para a eleição de novos órgãos, nos seguintes termos:

«Em conformidade com as disposições legais aplicáveis e de acordo com o Regulamento Interno da Associação Famalicão em Transição, convocam-se todos os associados da Associação Famalicão em Transição para se reunirem em sessão extraordinária para a Assembleia Geral de eleição de novos órgãos sociais, que se realizará exclusivamente online neste período preventivo, no dia 20 de maio de 2021 (quinta-feira), pelas 21h, com a seguinte ordem de trabalhos:

  1. Leitura e votação da ata da VII Assembleia Geral da Associação;
  2. Apresentação da(s) lista(s) para os novos órgãos sociais da Associação Famalicão em Transição para o triénio 2021/2024 e votação;
  3. Outros assuntos de interesse para a associação.

Se à hora marcada não estiver reunido um número mínimo de associados para garantir o quórum, a Assembleia Geral iniciar-se-á meia hora mais tarde com qualquer número de presentes.

Vila Nova de Famalicão, 14 de abril de 2021, 

A Mesa da Assembleia Geral» 

O link para a reunião já foi enviado para os associados através de email  de 17 de maio. Para qualquer informação, enviar email para famalicaom@gmail.com. 

Sessão Ambientar-se "SEASPIRACY

Sessão Ambientar-se "Seaspiracy" - conversa/debate
 
O documentário "SEASPIRACY – Pesca insustentável" está disponível na  Netflix e deve ser visto previamente. A sessão presencial será apenas para a conversa/debate que tem como ponto de partida o tema do documentário. 

Local: Casa do Território 
Dia: 21 de maio 2021
Hora: 21h00 

Um documentário sobre a indústria pesqueira global, desafiando noções de pesca sustentável e mostrando como as ações humanas causam destruição ambiental generalizada. «Um cineasta apaixonado pelo oceano parte para registar a devastação que os humanos infligem às espécies marinhas — e descobre uma alarmante rede de corrupção global.»

Dinamização: AREA - Associação Amigos do Rio Este

Gratuito e livre até à lotação da sala.

 
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As sessões AMBIENTAR-SE são uma parceria entre o Município de Vila Nova de Famalicão (Equipa Multidisciplinar de Gestão do Parque da Devesa) e associações locais ligadas à proteção do ambiente, que constam na exibição de um filme de tónica ambiental com debate no final. Associações parceiras:
AREA - Associação Amigos do Rio Este
Associação Famalicão em Transição
H2Ave - Associação Movimento Cívico para a Dinamização e Valorização do Vale do Ave
VENTO NORTE - Associação de Defesa do Ambiente e Ocupação dos Tempos Livres
YUPI - Associação para o Desenvolvimento Local

Informações: parquedadevesa@vilanovadefamalicao.org / 252 374 184

STOP UE-Mercosul: Chamas simbólicas

 A Associação Famalicão em Transição é uma das 450 organizações que lutam contra a ratificação do acordo UE-Mercosul.

«Rede de organizações da sociedade civil instala letras gigantes na Praça do Comércio em protesto contra o acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul

Dia 29 de Abril, pelas 6h da manhã, a Rede STOP UE-Mercosul fez a instalação de uma mensagem de protesto na Praça do Comércio contra o acordo comercial entre a União Europeia e os países pertencentes ao Mercosul. Numa extensão de 125 metros, viam-se as palavras “STOP UE-Mercosul, envoltas por sinalizadores de fumo, simbolizando assim a floresta Amazónica em chamas.

A Rede de organizações afirma que o governo português não tem representado as pessoas, já que “um estudo realizado pela Yougov mostra que 85% dos portugueses acredita que o acordo deveria ser travado enquanto a desflorestação da Amazónia não cessar”. Além da destruição irreversível da floresta Amazónica, do Cerrado e outros biomas, o acordo incentiva as violações de Direitos Humanos por parte do Presidente Jair Bolsonaro. “De forma oposta à vontade popular, vemos o governo português como sendo o maior entusiasta deste acordo no palco europeu”, afirma Mariana Jesus, uma das organizadoras do protesto.

Abrangendo 780 milhões de pessoas, o acordo entre a União Europeia e o Mercosul seria, se aprovado, o maior acordo de livre-comércio envolvendo o ocidente. O tratado internacional foi assinado em 2019, mas não foi ainda ratificado.
O acordo tem enfrentado a oposição de grupos ambientalistas, preocupados com o aumento das emissões de gases de efeito de estufa que o acordo irá provocar, bem como com o aumento da desflorestação e perda de biodiversidade. As maiores organizações sindicais na Europa e América do Sul também já se manifestaram contra este acordo, alegando que o mesmo não salvaguarda a protecção e respeito pelos direitos laborais, e alertando para os homicídios de líderes sindicais no Brasil, a repressão de greves e perseguição aos sindicatos, que transportaram o Brasil para os lugares cimeiros da tabela dos países mais perigosos para os trabalhadores. O Acordo UE-Mercosul tem também motivado a oposição de representantes dos povos indígenas, que temem o aumento dos conflitos territoriais, que recentemente já provocaram a triplicação dos homicídios de indígenas . Na União Europeia, várias associações de agricultores também se têm manifestado contra a ratificação do acordo, alertando para riscos para o sector e para a saúde pública.

A Rede STOP UE-Mercosul, composta por 25 colectivos portugueses tais como a Greve Climática Estudantil, a Quercus e a TROCA-Plataforma por um Comércio Internacional Justo, faz parte de uma aliança internacional com mais de 450 organizações que lutam contra a ratificação do acordo. »


Mudança na Direção

Mensagem aos sócios e amigos da Associação Famalicão em Transição


Espero que estejam bem, apesar destes tempos estranhos de pandemia.


Hoje cesso as minhas funções na Direção desta tão querida associação.

Estou ligada à Associação Famalicão em Transição desde a sua génese, desde a formação do grupo informal, há mais de 10 anos. Ao longo destes 10 anos conheci pessoas maravilhosas que se juntaram a um projeto comum, a um ideal de ajudar a construir um mundo melhor, a cuidarmos da nossa casa comum, uns dos outros e de nós próprios. Também nestes 10 anos aprendi muito com muitos de vós, aprendi a ouvir, a fazer, a cuidar, a mudar.  Tanto foi o que me deram! E tanto o agradeço! Durante estes 10 anos também dei muito do meu tempo e empenho ao grupo e à associação, inclusive assumindo o cargo de Presidente da Direção.  Mas agora é tempo de renovação, estou cansada, e o desempenho deste cargo torna-se incompatível com a minha vida profissional.

Conforme mencionado na reunião geral de 31 de março e no email enviado a 1 de abril aos associados, pedi novas eleições para os órgãos sociais. Assim, a Mesa da Assembleia solicitou já a apresentação de listas para os órgãos e marcou assembleia geral para o dia 20 de maio.  No entanto, não posso esperar por tal data, pelo que, apresentei hoje, 15 de abril de 2021, pedido de demissão do cargo de Presidente da Direção da Associação Famalicão em Transição.  

Não poderia passar este dia sem agradecer a todas as pessoas maravilhosas que participaram neste projeto Famalicão em Transição e que tanto me inspiraram, e fazendo votos para uma renovação e uma alavancagem nas dinâmicas da associação, no seu cuidado com as pessoas e o ambiente.

OBRIGADA:

  •  Aos restantes elementos da Direção que ao longo destes 4 anos e meio tanto deram do seu tempo para que a associação funcionasse regularmente;
  • Aos sócios que se voluntariaram para os órgãos sociais e que contribuíram para a democratização da associação;
  •  A todos os que tanto tempo têm dedicado aos grupos de trabalho do Ambiente, da Economia Circular, da Educação, da Comunicação, da Transição Interior, da sede;
  • Aos que têm dinamizado ou colaborado na dinamização de atividades, dentro ou fora dos grupos de trabalho;
  • A todos os associados que têm colaborado nos projetos e parcerias com outras entidades, trabalhando e representando a associação;
  •  Aos que participaram nas reuniões e assembleias;
  •  A todos os que participaram em atividades, ainda que não tenham tido disponibilidade para a dinamização;
  • A todos os que têm contribuído através do pagamento das quotas, para que a associação possa pagar as suas contas.
  • A todos os parceiros de outras entidades e associações com quem trabalhei, que nos apoiaram e connosco colaboram em tantas atividades e projetos.

A TODOS, MUITO OBRIGADA!

Mantenho-me disponível para colaborar na transição de funções e na cooperação, como associada, em tudo o que me for possível e seja compatível com a minha situação profissional e pessoal. Estou por aí!

Manuela Araújo

Carta aberta - Hortas Urbanas do Parque da Devesa


Carta aberta ao Sr. Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão e ao Sr. Presidente da Mesa da Assembleia Municipal de Vila Nova de Famalicão:

A Associação Famalicão em Transição, associação que tem como Visão "tornar Vila Nova de Famalicão uma comunidade mais sustentável e resiliente, centrada nas pessoas e na natureza", vem tornar pública a sua posição sobre a possibilidade de o espaço das hortas urbanas ser subtraído ao Parque da Devesa.

É entendimento da Associação Famalicão em Transição que o Parque da Devesa é um conjunto coerente e indivisível em que a Natureza se funde com as atividades humanas: cultura, educação, desporto, lazer e bem-estar, contemplação e produção agrícola. Todas estas abordagens tornam este espaço único em Portugal. Retirar do Parque da Devesa as hortas urbanas é o mesmo que retirar um dos sentidos do corpo humano. Ele continua vivo e sensível, mas sem dúvida mais pobre.

As hortas urbanas desempenham um papel fundamental no contexto e no conceito do Parque da Devesa. Para além de se constituírem como uma garantia viva da continuidade das práticas agrícolas de religação à terra e ecologicamente responsáveis no cerne do pulmão verde do centro urbano, promovem ativamente a biodiversidade do local, contribuem significativamente para o fortalecimento das dinâmicas sociais e comunitárias do dia-a-dia do Parque, e consequentemente da cidade, para além de enriquecerem sobremaneira o potencial educativo e de sensibilização ambiental que o Parque da Devesa tem junto da comunidade Famalicense.

Ao longo da sua história, os/as Famalicenses souberam dar respostas engenhosas aos problemas e desafios com que se foram deparando. Perante a questão colocada por uma instituição que nos merece a maior consideração, o CITEVE, entendemos que são possíveis outras soluções de expansão das suas instalações sem comprometer a integridade do Parque da Devesa. Nesse contexto, a Associação Famalicão em Transição recomenda a promoção de uma discussão pública e alargada que permita ouvir os/as Famalicenses e encontrar uma alternativa compatível com o interesse das partes e sobretudo com o interesse do conjunto dos/das Famalicenses.

Manter as hortas urbanas no Parque da Devesa é um dever, no sentido de conservar a memória daquele espaço, é um compromisso com as próximas gerações, pois elas definem-se num quadro de sustentabilidade e é um sinal de respeito por todos/as aqueles/as que tornaram possível e funcional este Parque.


Nota: Esta carta não é subscrita pela Presidente da Direção da Associação Famalicão em Transição, que solicitou o direito de escusa.

"O COMEÇO DA VIDA 2: LÁ FORA" - Ambientar-se 26/3 (online)

A próxima sessão Ambientar-se apresenta o filme: 

"O começo da vida 2: lá fora"

O debate decorrerá online, dia 26 de março às 21 horas.

Sinopse:   Conexões genuínas entre as crianças e a natureza podem revolucionar o nosso futuro. Mas essa descoberta ainda é possível nos grandes centros urbanos do mundo? O novo capítulo de “O Começo da Vida” revela como esse pensamento tem sido transformador. 

A dinamização cabe à Associação Famalicão em Transição (pelo grupo Educação) e tem como convidado para o debate Rafael Betencourt, Educador e Coordenador na Comunidade EKOA (Ecoar experiências de aprendizagem).

Inscrições, gratuitas mas obrigatórias, através do email: casadoterritorio@famalicao.pt

Após inscrição receberá email com o link para ver o filme e para o debate (sugere-se ver o filme antes da sessão de debate). A data limite para inscrição é 25 de março às 18h00.


As sessões AMBIENTAR-SE são uma parceria entre o Município de Vila Nova de Famalicão (Parque da Devesa) e associações locais ligadas à proteção do ambiente, que constam na exibição de um filme de tónica ambiental com debate no final. Associações parceiras:

  • AREA - Associação Amigos do Rio Este
  • Associação Famalicão em Transição
  • H2Ave - Associação Movimento Cívico para a Dinamização e Valorização do Vale do Ave
  • VENTO NORTE - Associação de Defesa do Ambiente e Ocupação dos Tempos Livres
  • YUPI - Associação para o Desenvolvimento Local
Mais informações: parquedadevesa@famalicao.pt / 252 374 184