"ONDE FOMOS PARAR? Vida no fim do império"

Gostaria de deixar um mundo melhor para os seus filhos?
Preocupa-se com a natureza, a humanidade e o planeta?
Quer fazer parte de uma transformação positiva?
Já percebeu que é urgente agir?
Pretende fazer a diferença?


Se respondeu SIM à maioria das questões  anteriores, considere-se  convidado  para a 1ª sessão de  documentários de transição em Famalicão!  Será a primeira exibição pública em Portugal do filme de Tim Bennett :


no próximo dia 18 de Fevereiro, sábado às 14:00 horas,
na Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco, em Vila Nova de Famalicão.

No final do filme haverá debate/tertúlia com o convidado Francisco Flórido, do Movimento Terra Solta, que tem desenvolvido um importante trabalho em agricultura urbana em comunidades do Porto e Aveiro.

A entrada é gratuita, mas pede-se a inscrição através do mail famalicaom@gmail.com . Sugere-se aos participantes um donativo simbólico para contribuição nas despesas. Nesta 1ºsessão, não se aconselha a participação de menores de 15 anos.

Não desperdice a oportunidade de obter informação sobre um tema da atualidade, sem conotação política religiosa ou outras, mas que merece a nossa atenção enquanto cidadãos ativos. Vale a pena...Não se arrependerá!

Junte-se a nós, faça parte deste movimento de mudança!

O grupo Famalicão em Transição

Sessões de documentários sobre Transição

Na 4ª reunião de 2012 do grupo Famalicão em Transição estiveram presentes Ana Azevedo, Luciana Lopes, Manuela Araújo, Manuel Cruz, Manuela Tanque, Sandra Costa e Sofia Pereira. O poster e o flyer para a 1ª sessão de documentários estão já praticamente prontos.


Quanto às sessões, após alguns percalços,  o ponto da situação é o seguinte:

18 de Fevereiro
Convidado especial: Francisco Flórido (do Movimento Terra Solta)

17 de Março
Convidados especiais: os permacultores Yassine Benderra e Joana Costa

21 de Abril - Filme e convidado(s) ainda a decidir

4ª reunião de 2012 e resumo da 3ª

A 4ª reunião de 2012 do Grupo Famalicão em Transição ficou marcada (na 3ª reunião) para quarta-feira, dia 08/02, às 18.15, na Pastelaria Maria Bolacha (antiga Confeitaria Bezerra, Praça D. Maria II, 1024).

Nesta última reunião (3ª) estiveram presentes: Ana Azevedo, Ana Cláudia, Graça Marques, Luciana Lopes, Manuela Araújo, Manuel Cruz, Sandra Costa e Sofia Pereira.  Para além do programa para as Sessões de Documentários de Transição, foram abordados os temas "constituição de associação" e "logótipos".


Para a 1ª sessão, dia 18 de Fevereiro,  "Onde fomos parar: Vida no fim do império", teremos como convidados os permacultores Yassine Benderra e Joana Costa. Conheçam-nos um pouco melhor nos sites do Espaço Compasso ou do 1º curso PDC (Permaculture Design Course) no Porto, em que são dois dos formadores.


Para a 2ª sessão, dia 17 de Março,"Palestra de Rob Hopkins e "In Transition 1.0", o convidado será o Francisco Flórido, do Movimento Terra Solta, ligado ao projeto da Quinta das Musas da Fontinha (ver mais aqui) e ao projeto BioPolis em Aveiro.


Para a 3ª sessão, no dia 21 de Abril, em princípio com o filme "Vozes da Transição", ainda não está(ão) definido(s) o(s) convidado(s) que comentarão o filme e abrirão a conversa / debate.

Curso de Apicultura em Paredes


"A Associação Paredes em Transição está a organizar um workshop sobre apicultura que decorrerá nos dias 2, 3 e 4 de Março; 15 de Abril; e 18, 19 e 20 de Maio, com uma carga horária de 33 horas teóricas e práticas.

Este espaçamento ao longo de quase 3 meses permitirá aos participantes acompanhar o calendário apícola e adquirir os conhecimentos de forma prática, trabalhando com as abelhas e aprendendo a desempenhar todas as tarefas necessárias para poderem conduzir, com sucesso, os seus próprios enxames.

Pretende-se que os participantes terminem o curso com a confiança necessária para tratarem os seus próprios enxames, quer como passatempo, quer como uma possível ocupação a tempo inteiro.

O workshop será conduzido, em língua portuguesa, por Harald Hafner, apicultor austríaco há muito radicado em Portugal, mestre em apicultura, e com uma vasta experiência profissional em vários ambientes, com diversas raças de abelhas e diferentes tipos de colmeia.

As partes teóricas do workshop, nas Sextas-feiras 2 de Março e 18 de Maio, decorrerão no auditório da Junta de Freguesia de Castelões de Cepeda, em Paredes. As partes práticas decorrerão na Quinta da Ameixoeira Torta, em Vandoma, Paredes, onde se encontra o apiário comunitário de Paredes em Transição." (Fonte: blogue Paredes em Transição)

Mais informação aqui e programa aqui.

3ª Reunião de 2012 e resumo da 2ª

A 3ª reunião de 2012 do Grupo Famalicão em Transição está ficou marcada para quinta-feira, dia 02/02, às 21.30, na Pastelaria Maria Bolacha (antiga Confeitaria Bezerra, Praça D. Maria II, 1024).


Na 2ª reunião, que ocorreu hoje ao final da tarde, estiveram presentes: Ana Azevedo, Cristiana Caldas, Luciana Lopes, Manuela Araújo, Sandra Costa e Sofia Pereira. Uma reunião no feminino, portanto. Foi delineado o programa para as sessões de filme documentário e debate/conversa, sendo que os filmes serão os seguintes (se os conseguirmos arranjar com qualidade e legendados, com os respectivos direitos, claro):


18 de Fevereiro - "Onde fomos parar: Vida no fim do império"
21 de Abril - "Vozes da Transição"

Para cada uma das sessões vamos ter dois convidados, um ligado à Transição, e outro de Vila Nova de Famalicão, ligado a áreas relacionadas com Ambiente ou Sustentabilidade, que farão um comentário ao filme, iniciando assim a conversa/debate. 

Logo que o programa esteja pronto, será aqui divulgado. Entretanto, reservem já esses sábado à  tarde para participar na mudança!

2ª reunião de 2012 na antiga Bezerra

A 2ª reunião de 2012 do grupo Famalicão em Transição será amanhã,  segunda-feira, dia 23 de Janeiro, às 18:15h, na Pastelaria Maria Bolacha (antiga Confeitaria Bezerra, Praça D. Maria II, 1024).

Será a primeira vez que irei ao Maria Bolacha. Foi com tristeza que recebi a notícia de que a Confeitaria Bezerra, que ainda patrocinou um dos últimos eventos de Famalicão em Transição em Setembro passado, tinha encerrado. A Confeitaria Bezerra ficará sempre ligado a memórias de infância, a memórias de Famalicão. Memórias de pessoas, de atendimento com simpatia, memórias de um espaço, de doçaria de qualidade.

Fica a recordação com a transcrição da parte "Paciências e gentileza" do artigo da famalicense  Joana Loureiro "Cem anos a adoçar a boca", na Visão de 13/12/2010 (foto de Lucília Monteiro):


"Paciências e gentileza


Há caras eternamente associadas a um espaço. É o caso de Rodolfo Carneiro, 70 anos, um dos sócios da confeitaria Bezerra, em Famalicão. Ali está desde os 13 anos, a servir ao balcão com uma atenção pouco comum nos dias de hoje. Existem gestos repetidos de geração em geração. Quando se compra a peso há sempre um exemplar que escapa da gaveta e se dá a provar ao cliente. "Estas gentilezas são recordadas e fazem a diferença", diz o senhor Rodolfo.
Mas os predicados da casa, com cerca de 120 anos - não se sabe a data precisa - não se ficam pela simpatia. Falemos das queijadinhas, dos charutos, do pão-de-ló, dos doces de romaria ou das miniaturas, algumas das especialidades que lhe trouxeram fama. "Só temos máquinas para bater a massa, o resto da produção é toda artesanal", conta Luís Bezerra, 48 anos, cujo avô, Álvaro, era genro do fundador da casa. Para o doce branco ou os charutos, por exemplo, ainda é preciso "fazer as mãos", isto é, os dedos dos pasteleiros ganham uma camada de açúcar que depois cobre delicadamente os doces. O nome "paciências" poderá também vir do labor com que os biscoitos são confecionados, com a massa especial a sair de uma boquilha de três bicos. Os segredos das receitas, esses, mantiveram-se dentro da família e são respeitados religiosamente.
O espaço atual - fronteiro à Fundação Cupertino de Miranda, outrora um cliente fiel - é apenas uma pequena parte do que existia. Antigamente, onde hoje está um centro comercial, havia não só a confeitaria, mas também uma mercearia, uma venda de vinhos e a própria produção. A Bezerra prestava ainda apoio ao Cinema Olímpia, há muito desaparecido. Contudo, a remodelação feita em meados dos anos 80 preservou ares da traça antiga, com o longo balcão de madeira, os bolos à espreita nas gavetas de vidro do armário, as velhas caixas de ferro, o relógio da Boa Reguladora parado no tempo ou o varão usado para os clientes se encostarem ao balcão. O nome Bezerra, entretanto, chegou mais longe, tendo agora mais duas casas em Braga."