"A vida deve ser gerida - e não remediada" - dia 19, às 21h

No próximo dia 19 de Maio as 21 horas o Espaço Mangala promove o Seminário "A VIDA DEVE SER GERIDA - E NÃO REMEDIADA" com a Sandra Costa.
 Este seminário aborda conteúdos como o coaching, a inteligência emocional, Work Life Balance. 
  • Duração: 2horas.
  • Facilitadora: Sandra Costa.
  • Local: Espaço Mangala (Rua Santo António - Edifício Matriz Antiga - loja 7,  Vila Nova de Famalicão)
  • Preço: 3,00 euros.
  • Para inscrição, enviar mensagem para mangalastore@gmail.com

Saiba mais visitando o blogue Espaço Mangala

Universidade Jovem 2011

A Universidade Jovem em vai decorrer entre 27 de Junho e 8 de Julho e destina-se a alunos desde o 2º ciclo do ensino básico ao secundário e ensino profissional, permitindo-lhes uma experiência universitária e ajudando-os na orientação vocacional. A iniciativa é promovida pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão em colaboração com a Universidade Lusíada e a Escola Superior de Saúde do Vale do Ave.

A inscrição pode ser feita até 23 de Junho, custa 20 euros, e deve ser efectuada na instituições académicas referidas.
Mais informações no Portal do Município. (imagens obtidas na net)

Apelo: Manifesto para um mundo melhor

Este blogue adere e está com o Manifesto para um mundo melhor, publicado no dia 1 de Maio de 2011, no Público,  e que a seguir se transcreve: 


Como cientistas sociais que partilham valores de democraticidade e de justiça social, temos estado atentos a esta crise económica internacional multifacetada e com consequências profundamente negativas no que diz respeito ao Progresso da Humanidade.

Vive-se, na Europa e nos Estados Unidos da América, um tempo de crise económica e social profunda, onde o impacto dos mercados financeiros internacionais e da especulação nas economias nacionais se apresenta como fortemente comprometedor não apenas da retoma económica, mas também, não só da estabilidade democrática, como do aprofundamento da democracia e, consequentemente, do bem-estar social.

Às elevadas taxas de desemprego, à precariedade e volatilidade do mercado de trabalho, resultado de políticas neoliberais protectoras e favorecedoras dos interesses do grande capital, os políticos têm vindo a responder com medidas de combate à crise profundamente fragilizadoras das classes de menor estatuto social e económico, mas sem impacto na resolução dessa mesma crise, servindo apenas para “acalmar” o apetite dos mercados financeiros internacionais através do pagamento de elevados e injustificados juros cobrados às frágeis economias nacionais. Estas medidas são apresentadas às opiniões públicas como as únicas verdadeiramente eficazes para minorar os efeitos da voracidade dos mercados financeiros internacionais desregulados, omitindo o papel daqueles na emergência e aprofundamento da crise. Esta é declarada e assumida pelos governantes e por muitos economistas como se de uma fatalidade se tratasse. Ao mesmo tempo, propaga-se a ideia (ideologia) da inviabilidade de alternativas, a par da fragilização, no caso Europeu, do seu Modelo Social assente na redistribuição económica alegando a sua insustentabilidade a médio e longo prazo e a sua subalternização à Europa da Concorrência.

Acentua-se a responsabilidade individual e a desresponsabilização do Estado face aos grupos sociais mais vulneráveis, reduzindo as oportunidades para se realizarem enquanto cidadãos, beneficiando os mais poderosos em prejuízo dos mais desfavorecidos.

O ataque ideológico ao Modelo Social Europeu é um ataque ao mundo, dado que aquele é o modelo-padrão a partir do qual se constroem as aspirações dos cidadãos das nações emergentes e as novas formas de organização social que urge construir nesses países para redistribuir a crescente riqueza de que poucos usufruem.

As suas consequências são o paulatino desmantelamento das protecções sociais que (ainda) limitam os danos da pobreza e da exclusão social pondo em causa o contrato social que fundamenta a democracia. Às grandes desigualdades de distribuição de rendimento existentes nos países emergentes, perpetuadoras de inúmeras vidas imersas na mais profunda pobreza, juntam-se as novas situações, nos países mais ricos, onde o nível de riqueza cresce ao mesmo tempo que o número de pobres.

É em períodos de crise que se constroem alternativas de futuro. Todos os que se sentem interpelados, descontentes e explorados não podem ser mobilizados pelo “medo” para soluções autoritárias. E corre-se esse perigo. Por isso, é este o momento certo para que os cientistas sociais, que se ocupam de analisar, de procurar compreender e de sistematizar conhecimento sobre as sociedades, as suas dinâmicas, as suas forças e também os seus efeitos perversos, se empenhem na construção do aprofundamento da democracia. Em conjunto com todos aqueles que estão dispostos a trabalhar por um Mundo Melhor. Com todos aqueles que sabem que a democracia se inventa e se reconstrói. Outros paradigmas são possíveis, mas exigem o compromisso de todos nós, para que se diminua a distância entre governantes e governados, denunciada há tantos anos por Bourdieu; para que seja possível, à semelhança do preconizado por Edgar Morin, resistirmos a uma ideologia dominante que tudo varre à sua frente e que apresenta como evidente e normal o que mais não é que a exploração e a desigualdade, que recusamos; para que seja possível compreender à semelhança de Cynthia Fleury, que a democracia tem que conter a crítica de si própria, de modo a que se reinventem as regras que nos governam, impedindo a “entropia” das democracias. Torna-se, por isso, fundamental a intervenção no espaço público, nomeadamente através da construção de um Manifesto capaz de interrogar o capitalismo desenfreado em que vivemos (e particularmente a submissão às exigências dos mercados financeiros internacionais) que sacrifica parte significativa dos seres humanos em nome do lucro exacerbado de alguns, encaminhando-os para a perda gradual dos Direitos e da Dignidade Humanos. Trata-se de um Manifesto capaz de questionar o tipo de sociedade que está a construir-se com este modelo económico e apontar para a construção de uma sociedade em que o modelo económico não faça refém a maior parte da humanidade, destruindo-lhe nomeadamente a capacidade de indignação através do aumento da insegurança e precariedade associadas ao mercado de trabalho. O papel dos e das cientistas sociais é também desconstruir as “evidências do mercado”, bem como outras ideologias tão eficazes, nomeadamente no que diz respeito à veiculação de que não existe alternativa para a actual ordem económica e social mundial.

Afirmamos, pelo contrário, que uma nova ordem económica mundial é possível: uma ordem que restitua aos seres humanos o Direito à indignação, o Direito ao trabalho, o Direito a expectativas positivas e oportunidades de vida, o Direito à Dignidade.

Propomos, por isso, a adopção mundial de medidas tendentes a diminuir o impacto social da actual crise mundial que, se consideradas pelas elites governantes mundiais, contribuirão para o incremento das economias nacionais, para restituir ao ser humano a confiança no futuro e para o aprofundamento do sistema democrático.

Uma democracia saudável é uma democracia mais deliberativa e comunicativa, em que as políticas de “redistribuição”, de “reconhecimento” e de “participação” se articulam em prol de uma justiça mais respeitadora dos direitos humanos, mais cooperativa, sem áreas marginais, tendo em vista transformar este nosso mundo numa comunidade de comunidades.

A sobreexposição da opinião pública aos economistas do regime e sua cartilha de pensamento único desvitaliza e despolitiza o espaço público, difundindo a ideia que Margaret Thatcher apregoou quando subiu ao poder e que constitui o nó górdio de todo um programa: "não há alternativa". Nos dias que correm, esta questão surge com particular intensidade no respeitante à dívida soberana. A prenoção da intocabilidade da dívida afoga todas as tentativas de a discutir enquanto instrumento privilegiado de transferência dos rendimentos do salário para o capital. Na verdade, o reescalonamento e a reestruturação da dívida deveria permitir aos países não pagarem juros extorsionários. De igual modo, afigura-se fundamental impor uma justa redistribuição dos sacrifícios, obrigando a banca (uma das principais causadoras e beneficiárias da actual crise) a pagar imposto de acordo com os lucros obtidos, a par da taxação das grandes fortunas, das mais-valias bolsistas e urbanísticas, das transferências para offshores. Finalmente, julgamos essencial que qualquer política macroeconómica calcule, de antemão, o número de pobres que vai produzir, para que se perceba e evite os danos sociais e morais da sua implementação.

A construção de um Movimento Social Internacional
 
Apela-se a todos os Cidadãos e Cidadãs do Mundo para aderirem a este Manifesto, em ordem a construir um Movimento Social Mundial capaz de enfrentar o actual capitalismo desenfreado que se quer fazer “senhor do mundo” e reféns as pessoas que o habitam. PELA REGULAÇÃO DEMOCRÁTICA E SOLIDÁRIA DO CAPITALISMO. PELA HUMANIDADE COM DIGNIDADE.

Almerindo Afonso (Sociólogo da educação, Instituto de Educação, Universidade do Minho), Ana Benavente (Socióloga da educação, ICS-ULHT, Lisboa), Ana Diogo (Socióloga Universidade dos Açores). Afrânio Mendes Catâni (Sociólogo, Universidade de São Paulo, Brasil) Álvaro Borralho (Sociólogo, Universidade dos Açores), Alexandra Castro (Socióloga, CET/ISCTE), Alberto Melo (Associação in Loco e Universidade do Algarve), António Teodoro (Professor, investigador em educação, Universidade Lusófona), Andrea Spini (Sociólogo, Universidade de Florença, Itália) Bernard Lahire (Sociólogo, École Normale Supérieure Lettres et Sciences Humaines, Universidade de Lyon 2, França), Boaventura de Sousa Santos (Sociólogo, Director do CES, Faculdade de Economia, Universidade de Coimbra), Carlo Catarsi (Sociólogo, Universidade de Florença, Itália) Carlos Estêvão (Sociólogo da Educação, Instituto de Educação, Universidade do Minho), Casimiro Balsa (Sociólogo, Universidade Nova de Lisboa), Claire Auzias (Historiadora, França) Conceição Nogueira (Psicóloga Social, Escola de Psicologia, Universidade do Minho) Fátima Pereira Alves (Socióloga, Universidade Aberta), Fernando Diogo (Sociólogo, Universidade dos Açores), Filipe Carmo (Historiador), Gilberta Rocha (Socióloga, Universidade dos Açores), Giovanna Campani (Antropóloga, Universidade de Florença, Itália), Isabel Guerra (Socióloga, DINAMIA/CET, IUL/ISCTE), João Teixeira Lopes (Sociólogo, Faculdade de Letras, Universidade do Porto), Luísa Ferreira da Silva (Socióloga, ISCSP - Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas, Universidade Técnica de Lisboa), Manuel Carlos Silva (Sociólogo, Instituto de Ciências Sociais, Universidade do Minho), Maria Alice Nogueira (Socióloga, Universidade Federal de Minas Gerais, Brasil) Maria José Casa-Nova (Socióloga da educação, Instituto de Educação, Universidade do Minho), Maria Helena Cabeçadas (Antropóloga), Manuel Matos (Professor aposentado da FPCE, Universidade do Porto), Manuel Sarmento (Sociólogo, Instituto de Educação, Universidade do Minho), Margaret Gibson (Professor Emérita of Education and Anthropology, University of California, Santa Cruz, USA), Maurizio Matteuzzi (Filósofo, Universidade de Bologna, Itália), Michael Young (Sociólogo, da educação, institute of Education, London) Michel Messu (Sociólogo, Universidade de Nantes, França), Nancy Fraser (Henry A. & Louise Loeb Professor of Philosophy and Politics, New School for Social Research, New York, USA), Nathalie Burnay (Socióloga, Universidade de Namur, Bélgica), Paulo Pereira de Almeida (sociólogo, ISCTE, Lisboa), Pedro Silva (Sociólogo da educação, Escola Superior de Educação e Ciências Sociais, Instituto Politécnico de Leiria), Roger Dale (Sociólogo, Universidade de Bristol, Inglaterra), Rui Brito Fonseca (Sociólogo, CIES/ISCTE-IUL) Universidade de Lisboa), Rui Canário (Sociólogo da educação, Instituto de Educação, Universidade de Lisboa) Rui Santiago (Professor da Universidade de Aveiro), Saniye Dedeoglu (Centre For Research in Ethnic Relations, School of Health and Social Studies, University of Warwick, Inglaterra), Sílvia Carrasco Pons (Antropóloga, Universidade Autónoma de Barcelona, Espanha), Sofia Marques da Silva (Socióloga da Educação, FPCE, Universidade do Porto) Tiziana Chiappelli (Educadora, Universidade de Florença, Itália), Tiago Neves (Sociólogo, FPCE, Universidade do Porto) David Smith (Sociólogo, Canterbury University, Kent, United Kingdom), Vitor Matias Ferreira (Sociólogo, Prof. Emérito do ISCTE) Xavier Bonal (Sociólogo, Universidade Autónoma de Barcelona, Espanha), Xavier Rambla (Professor de Sociologia, Universidade Autónoma de Barcelona, Espanha).

Quem concordar, pode subscrever este manifesto em http://www.manifestoparaummundomelhor.com/

Famalicão adere à Hora do Planeta 2011


A Hora do Planeta 2011 ocorre amanhã, sábado dia 26 de Março, às 20:30. Uma hora com as luzes desligadas é apenas um acto simbólico, mas é também um mote para a reflexão sobre a necessidade de mudar comportamentos e começar ou continuar a reduzir consumos. Vá para além da hora. Pelo planeta, mas sobretudo, pelas gerações presentes e futuras.

O Município de Vila Nova de Famalicão aderiu mais uma vez a esta iniciativa (já tinha aderido em 2009 e em 2010),  pelo que irá desligar as luzes  durante a Hora do Planeta, dos seguintes locais: Edifício dos Paços do Concelho,  Casa das Artes e jardim envolvente, Casa da Cultura e Largo dos Eixidos, Praça 9 de Abril, Centro de Estudos Camilianos, Mosteiro do Landim, Palácio Barão da Trovisqueira/Museu Bernardino Machado.



"Em 2010, e após três anos de edição, a Hora do Planeta obteve a maior participação voluntária de sempre. Atingiu um recorde de 128 países e territórios, dos quais 24 cidades e duas vilas portuguesas, que se juntaram nesta exibição global a favor do planeta.
Edifícios e monumentos icónicos de todo o mundo (da Ásia ao Pacífico passando pela Europa e África e ainda Américas) ficaram às escuras para iluminar esta ideia. Pessoas de todo o mundo e de todas as esferas da vida social desligaram em uníssono as luzes e uniram-se nesta celebração e contemplação da única coisa que temos em comum: o Planeta Terra.
Portugal junta-se pelo terceiro ano consecutivo a este movimento, que este ano desafia todos a um compromisso que “Vá Além Desta Hora Na Luta Contra as Alterações Climáticas”, apelando a que, quando as luzes forem novamente acesas, reflicta sobre o que pode fazer para ajudar a marcar a diferença.

HORA DO PLANETA 2011
Sábado, 26 de Março

Apague as luzes e ilumine esta ideia por um Planeta Vivo.
Vá além desta hora na luta contra as alterações climáticas!"

(Fonte: WWF Portugal)

Dia Mundial da Floresta - Visita à Mata de Pindela

Excelente manhã a de hoje, passada na visita guiada à Mata de Pindela, na freguesia de Cruz, Vila Nova de Famalicão. Um passeio integrado no âmbito do Dia Mundial da Árvore (21 de Março) e do Ano Internacional das Florestas, organizada pelo CEAB e GTF da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, onde ficamos a conhecer a mata e seus belíssimos percursos, bem como as três  impressionantes árvores com mais de 200 anos classificadas como de interesse público, de nomes comuns: tulipeira, pesudo-tuga e sequóia (nomes científicos no post anterior).


 


















 


 

 

Caminhada pela Mata de Pindela - dia 20 de Março

A Organização das Nações Unidas (ONU) proclamou 2011 como o Ano Internacional das Florestas, sob o tema "Florestas para Todos".

Neste âmbito, e de forma a assinalar também o Dia Mundial da Floresta, o CEAB (Centro de Estudos e Actividades Ambientais) e o GTF (Gabinete Técnico Florestal) do Município de Vila Nova de Famalicão, estão a organizar uma visita guiada à Mata de Pindela em Cruz, no dia 20 de Março às 10 horas. Nesta mata, foram recentemente classificadas de Interesse Público três árvores: uma Liriodendron tulipifera L., uma Sequoia sempervirens (Lamb.) Endl e uma Pseudotsuga menziesii (Mirbel).


As inscrições estão abertas à população em geral sendo a entrada gratuita mas sujeita a inscrição obrigatória, pelo email: ceab@cm-vnfamalicao.pt

"Liga-te aos Outros" - Concurso da AMI para voluntariado jovem

Mais vale tarde que nunca, por isso divulgo hoje o concurso para projectos de voluntariado jovem lançado pela AMI. Com um agradecimento à Sónia Da Veiga do blogue Comprar local e nacional é Reinvestir em Portugal por me ter informado.

« Concurso “Liga-te aos Outros”

A Fundação AMI lança o concurso “Liga-te aos Outros”, projecto que se destina a incentivar os jovens (a frequentar o 7ºano de escolaridade ou mais) a abarcar actividades de voluntariado na sua comunidade, em parceria com a escola.

Considerando que os jovens constituem, em larga medida, uma faixa da população prioritária para a AMI, no que diz respeito à sensibilização para uma cidadania activa e para o respeito pelos Direitos Humanos e que são importantes agentes de mudança, que devem ter um papel interventivo e pró-activo na sociedade, a AMI pretende fornecer os meios necessários para que estes, com a sua inerente criatividade, atinjam os fins a que se propõem.

O concurso será aberto a todos os jovens a frequentar a escola a partir do 7º ano e consiste na apresentação de propostas para resolução, através de actividades de voluntariado, de problemas locais que os próprios detectem. A AMI seleccionará os três projectos mais consistentes e financiará os mesmos (no que diz respeito a custos com materiais, transportes, etc).

A AMI pretende assim celebrar o Ano Europeu do Voluntariado, proclamado pela Comissão Europeia, e o Ano Internacional da Juventude, proclamado pelas Nações Unidas, estimulando os jovens para um maior envolvimento na sua comunidade e desenvolvendo a sua consciência social na detecção de casos sociais ou ambientais passíveis de serem resolvidos.

Os projectos deverão ser submetidos até dia 11 de Março de 2011. "(Fonte: AMI)
Ver mais sobre o concurso na página da AMI